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segunda-feira, outubro 29, 2007

O prefeito pisou nas nossas flores e matou nosso cão

O comércio de Sao Paulo, que é responsável por quase 40% dos estabelecimentos e 20% dos empregos formais da cidade, está impedido de utilizar a publicidade para anunciar seus produtos e ofertas. Primeiro a Prefeitura impôs grandes restriçoes aos letreiros e indicativos das fachadas. Estabelecimentos com quase 100 metros de frente só podem utilizar 4 m2 de suas fachadas para colocar seu nome. Localizar lojas na cidade tornou-se um desafio. Se você nao é um cliente habitual, prepare-se para dar muitas voltas até encontrar a loja que está procurando. Imagine - na marginal Tietê, uma via expressa com mais de 60m de largura em alguns pontos, onde as lojas têm um afastamento de até 30 metros da via, você precisa achar um letreiro de 2m de comprimento.

O recurso de colocar uma placa indicativa - Shopping XXX, próxima saída - ou mesmo a clássica faixa 'Sob nova direçao' foi proibido pela mesma lei, que eliminou a publicidade exterior na cidade. Além de nao poderem indicar a localizaçao de seus negócios, ou usar o terreno de suas próprias lojas para se promoverem, os comerciantes também nao podem anunciar seus produtos, serviços e ofertas em espaços privados de outras pessoas. Depois, o prefeito interferiu nas vitrines. Os comerciantes estao proibidos de anunciar promoçoes, ofertas e descontos dentro de suas lojas que sejam visíveis das ruas. Nao podem botar fotos dos produtos que vendem em suas vitrines e fachadas. Se você vende perfumes, só pode botar aqueles frasquinhos mínimos. Se você vende piscinas, tem que botar a piscina na vitrine. Nada de fotos.

Os teatros, cinemas e outras atividades culturais, que têm uma programaçao que muda frequentemente, nao podem anunciar suas atraçoes nas fachadas ou vitrines. Com certeza o prefeito também acha que o setor cultural nao precisa disso. Agora o prefeito proibiu a distribuiçao de qualquer tipo de folhetos, panfletos e qualquer outro tipo de material que contenha publicidade. E ainda limitou a quantidade de publicidade que os jornais gratuitos de cidade podem ter. Nao importa se esta quantidade é suficiente para a sobrevivência destes jornais ou nao. Nunca uma prefeitura havia determinado ou limitado a quantidade de páginas publicitárias de um veículo de comunicaçao. Mas, afinal, o prefeito de Sao Paulo é um inovador.

Hoje em dia, se você abre uma loja em Sao Paulo, nao pode anunciar na sua fachada, na sua vitrine, na sua rua, no seu bairro. Só pode utilizar veículos com uma cobertura geográfica muito maior do que a sua necessidade, a um custo muitas vezes proibitivo. Se você já tem uma loja de rua, compete com tremenda desvantagem com as lojas de shoppings, que podem fazer o que quiserem com seus letreiros, vitrines, e ainda anunciar dentro das verdadeiras cidades que se tornaram os shoppings centers, que podem investir nos grandes veículos para atrair clientes.

Talvez a soluçao esteja nos velhos pregoeiros. Mas aí eles teriam que brigar com os milhares de ambulantes, com os caminhoes de pamonha, abacaxi e morango. E mesmo assim, nao adiantaria. O prefeito também proibiu isso. Em Sao Paulo, moça bonita nao paga mas também nao leva, feirante nao fala mas também nao vende, e comerciante não anuncia e também nao fatura.

Nunca é demais lembrar que estas proibiçoes nao se restringem ao comércio. Você nao pode ter plástico de sua universidade no carro, ou mesmo aquele adesivo da concessionária - R$ 10 mil de multa. Você nao pode ter nada na sua casa possa ser visto da rua e interpretado como publicidade - R$ 10 mil de multa. Tudo que era legal o prefeito proibiu. Mas tudo que já era ilegal continua. Faixas presas nos postes das esquinas, pais-de-santo prometendo a volta da mulher amada, pichaçoes nos muros, vendedores nos faróis e menores explorados nas ruas.

Mas tem mais - o prefeito também se auto-proclamou o responsável pelo meu, o seu , o nosso bem-estar estético - e os vereadores aprovaram. É sempre oportuno nos lembrarmos de Maiakovky, que já citei aqui, veja abaixo.

Na primeira noite, eles se aproximam
e colhem uma flor de nosso jardim.
E nao dizemos nada.
Na segunda noite, já nao se escondem,
pisam as flores, matam nosso cao.
E nao dizemos nada.

Até que um dia, o mais frágil deles,
entra sozinho em nossa casa, rouba-nos a lua,
e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.

E porque nao dissemos nada,
já nao podemos dizer nada.

Fonte: BlueBus - Sergio Viriato.

terça-feira, outubro 09, 2007

TV COM DVR

Estreia na 5a comercial da Euro RSCG para a Time Machine, TV da LG que inclui um DVR, digital video recorder. Permite gravar até 33 horas de programaçao e controlar o conteudo ao vivo - pode-se apertar o botao pause para interromper até mesmo um evento. No comercial, as cenas mostram uma arena de volei na praia onde jogadoras e plateia estao esperando alguma coisa que o espectador nao sabe o que é. Quando se ouve um som de latinha sendo aberta, o espectador vê a bola suspensa sobre a rede - o jogo recomeça quando o rapaz volta para o sofá e aciona o controle remoto para tirar do pause.

Clique no nome do post e assista o vídeo.

Fonte: Blue Bus

sexta-feira, outubro 05, 2007

Carrinho de supermercado é balcao movel para demonstrar 1 produto


A Bullet desenvolveu um projeto para demonstrar ao consumidor as qualidades da nova linha de papéis higiênicos Personal Vip, da Santher. Criou um carrinho-demonstraçao, como os de supermercado, com algumas peças acopladas. Permite que a promotora circule livremente pelo ponto-de-venda para abordar os consumidores - ela nao está atrás do convencional balcao estático, que ocupa espaço e nao tem mobilidade. A criaçao é creditada a Cesar Leite, Jairo Gruenberg, Rubens Casanova e Mentor Muniz Neto
Fonte: Blue Bus

sexta-feira, setembro 28, 2007

Comercial Fantástico!

Simplesmente d+! Clique no título deste post pra ver o comercial.

O carro faz manobras incriveis e as ruas se inclinam para ajudar
A Nissan estreou nos EUA campanha para o modelo Rogue - exibiu um filme em intervalo do 1o episodio da nova temporada da serie 'Heroes'. O comercial mostra o carro percorrendo ruas de uma cidade desviando de buracos e sempre seguindo uma linha branca pintada no chao. Em aluguns momentos, para facilitar as manobras do carro, a cidade se inclina para um lado ou para outro. Na verdade, a cidade é um tabuleiro de marble maze, brinquedo que parece um labirinto no qual o jogador controla uma bolinha para que ela nao caia nos buracos. No filme, o carro está no lugar da bolinha ;- ). 28/09 Elisa Araujo
Fonte Blue Bus

quarta-feira, setembro 12, 2007

Tempos Modernos

A varejista H&M, sueca, criou uma açao envolvendo peças de mobiliario urbano e revistas atraves das quais as consumidoras conseguem comprar as roupas anunciadas usando o celular. Os anuncios mostram modelos vestindo itens da coleçao atual e ao lado um codigo - um retangulo com pontos pretos - para ser fotografado com o aparelho. O codigo dá acesso ao catalogo da varejista e a cliente faz a compra - a cobrança vai na conta do telefone. Dica do Gizmodo

Fonte: Blue Bus

segunda-feira, setembro 03, 2007

Anunciante emplaca 14 horas de anúncios na TV paga

O espectador que assina a TV fechada consome semanalmente 14 horas de anúncios comerciais. E o bombardeio é feito por apenas um anunciante: a Polishop. A distribuição vem dissolvida nos chamados "infomerciais", grandes blocos de publicidade alugados para divulgação de seus produtos e ofertas. No total, sete canais exibem pelo menos duas horas de programação diária comprada. Geralmente, o horário escolhido para todos é o mesmo: das 8h às 10h. Três dos canais mais vistos participam do pacote: o Universal Channel, a Fox e o Discovery. Também estão na lista o People+Arts, Animal Planet, Discovery Home and Health e MGM. O Universal é o único caso em que os "infocomerciais" são exibidos das 7h às 9h.Os canais, em sua maioria, alegam que este tipo de publicidade os ajuda a investir em programação de qualidade. Sem eles, o preço sairia mais alto às operadoras. Isto os excluiria de pacotes considerados básicos. O horário matinal foi escolhido pelo fato de registrar a menor audiência nas programações.


A informação é do jornal Folha de S.Paulo.
Fonte: AdNews

sexta-feira, agosto 31, 2007

Vídeo do Google!

Simplesmente fantástico!

http://www.bluebus.com.br/show.php?p=1&id=79062

Reparem na bandeira brasileira logo no início....

bjs

quarta-feira, agosto 29, 2007

Os Mamíferos cresceram!!!


Quem não se lembra do comercial da Parmalate com um monte de bebês lindos vestidos de mamíferos? Pois é, eles creceram!

A agência Africa está apresentando à imprensa a nova campanha da Parmalat. É a 1a ação para o cliente, mostrando que os mamíferos cresceram. O comercial estreia amanha a noite em break de 1 minuto no Jornal Nacional.


Fonte: Blue Bus


segunda-feira, agosto 27, 2007

Propaganda Inteligente!!!


Para divulgar na Nova Zelândia o seriado 'Ugly Betty', em que a protagonista é feia, esta peça de mobiliário urbano mostra apenas o nome do programa e informaçoes sobre o canal, data e horario. Um saco de papelao tamanho gigante cobre o rosto da personagem. Criaçao da Saatchi & Saatchi Nova Zelandia.


Fonte: BlueBus


terça-feira, agosto 21, 2007

Utilidade para os pelados!

Quem nunca ouviu falar no fotógrafo Spencer Tunick? Ok, vc pode até não lembrar do nome dele, mas já viu alguma matéria falando sobre as fotos que ele faz, com centenas ou milhares de pessoas nuas. Uma vez ele veio ao Brasil fazer uma de suas famosas (!!) fotos.
Eis que surge uma nova proposta com fundo ecológico.
Clique no nome desse post e veja o vídeo e a matéria.

Fonte: Blue Bus

Bjs

Acréscimo do Peu:
Britânico nada no Pólo Norte para alertar sobre aquecimento
Vale dar uma olhada nessa matéria também!

terça-feira, agosto 14, 2007

terça-feira, agosto 07, 2007

Mídia Digital: Novas formas de encantar e capturar os consumidores

Após um período sem posts, volto com uma matéria sobre a nova "arma do pdv". Matéria mto interessante.
Segue na íntegra!
bjs

Mídia Digital: Novas formas de encantar e capturar os consumidores
Por José Roberto Spiegel*

O hábito do consumidor mudou. Hoje eles pensam, ponderam e se informam mais antes de comprar um produto. É um novo cenário, no qual a comunicação de produtos e marcas precisam ter mais impacto para chamar a atenção dos consumidores e, principalmente, estar mais em evidência no momento da compra.
O ponto-de-venda vem adquirindo uma grande importância como ferramenta capaz de construir e consolidar marcas junto ao consumidor. Até porque, não podemos ignorar o fato de que 81% das decisões são tomadas no PDV, segundo o Instituto de Pesquisa AC Nielsen. Com isso surgiu a necessidade de uma ferramenta ideal e eficaz de merchandising e comunicação no PDV. Um ferramenta com um forte apelo visual, que trabalhe com os sentidos humanos, que capture a atenção, estimulando a experimentação e fazendo com que a compra seja algo indispensável.
O uso da sinalização digital no PDV tem se mostrado uma ferramenta de comunicação diferente das outras mídias, que, além de levar informação, impacta o consumidor de forma bastante eficaz.
Esta tecnologia já é bem conhecida em países como os EUA, Austrália e Japão. Segundo nota divulgada pelo Instituto Nielsen em 2005, as mídias que utilizam a sinalização digital representam o sexto maior veículo de propaganda nos EUA.
Mais recentemente, a empresa Q! mídia, no Brasil, como forma de atender a essa nova demanda do mercado por uma comunicação mais focada, com impacto e com foco num público mais segmentado, desenvolveu o PDView, uma mídia que utiliza a tecnologia da sinalização digital e através de telas de LCD transmite propaganda e notícias.
O Pdview não apresenta só propaganda, mas também entretenimento, informações e dicas úteis, como sugestões de shows, por exemplo. Através da mídia também é possível atrelar a informação com os anúncios publicitários, divulgando lançamento de filmes, quando podem ser feitas promoções. É uma excelente ferramenta pois auxilia e chama atenção do consumidor final no momento da compra de produtos e seleção de marcas.
Muitas são as vantagens de se anunciar em mídias especiais para o ponto-de-venda, o que já está sendo percebido pelos anunciantes e por suas agências publicitárias. No PDV, o consumidor está numa situação favorável à compra: ele está em interação com o produto. Com o reforço da mídia, a propensão à compra aumenta consideravelmente. Na verdade, esse tipo de mídia, como o pdview, é um complemento das mídias tradicionais. É a propaganda sendo passada na hora em que o consumidor tem o produto nas mãos, e não mais em casa, pela tv.
Além disso ela ajuda na construção da imagem de produtos/marcas na mente do consumidor pois, dependendo do ponto onde estiver instalada, ela trabalha com um público segmentado e formador de opinião. Além disto, ela prima pela qualidade, com informação objetiva, atendendo às exigências dos anunciantes e agências.
A Q! mídia está iniciando nas lojas de conveniência am/pm, dos postos Ipiranga, que é um excelente local para a construção da imagem de marcas e produtos, pois o seu público é bastante segmentado e formador de opinião (classes A e B). O PDView também está presente na rede de farmácias Qualifarma, na Farmácia do Leme e Werner Coiffeur.
O PDView é uma resposta a esse novo cenário dos hábitos do consumidor. É nesse universo que os anunciantes – e suas agências – devem aprender a trafegar, alterando, de forma significativa em muitos casos, sua maneira de pensar, planejar, negociar e executar as tarefas de mídia.

*José Roberto Spiegel – diretor da Q!mídia e Comunicação, faz parte do Grupo de Trabalho sobre Mídia Digital do POPAI – Brasil.

Matéria do site Mundo do Marketing : Publicado em 30/1/2007

terça-feira, julho 24, 2007

QUE É ESTE NEGÓCIO DE MOBILE MARKETING?

Sábado, 4 horas da tarde. Animado pelo sinal de aviso de recebimento de mensagem de texto do seu celular, João corre para o quarto, onde está seu aparelho. Estava ansioso para ver o conteúdo da mensagem que havia chegado há segundos atrás. Esperava a resposta de um convite que tinha feito a uma amiga para irem juntos ao cinema naquela noite. João, queria muito ir ao cinema com sua amiga naquele sábado. Apertou o botão do celular para ler a mensagem e lá estava escrito: "baixe agora o novo ringtone com a música Festa no Apê de Latino". A decepção de João foi tamanha que muitas coisas se passarem por sua cabeça naquele momento, a mais amena era cancelar sua conta de celular. Mas lembrou-se que não podia, como sua amiga entraria em contato com ele sem o celular?
Isto não é Mobile Marketing.
Isto é um abuso de mídia por parte da operadora. A razão é simples: a operadora nunca teve a permissão de João para enviar uma mensagem às quatro da tarde de um sábado e nem tampouco em qualquer outro horário do seu dia.
Mobile Marketing é uma eficaz ferramenta de comunicação mercadológica que se utilizada com cuidado, precisão e ética pode proporcionar a uma empresa um custo benefício que supera qualquer outro esforço de marketing.
Cuidado porque não se trata de uma ferramenta que se pode utilizar a qualquer tempo, para qualquer público de interesse de uma empresa e para qualquer produto. É preciso de reflexão. É preciso se considerar a idade do público-alvo, o tipo de tecnologia que o celular deste público suporta, a sinergia eventual entre o produto e o mundo mobile.
A precisão se faz necessária, pois as mensagens mobile serão, sem dúvida, lidas pelo público que a irá receber. Para não se desgastar o canal de contato, a mensagem deve ser precisamente coerente com o receptor. Um canal de contato entre uma empresa e seu público tão potente como este se torna proporcionalmente sensível às incoerências das mensagens que se transmite. Quanto mais no alvo for o conteúdo das mensagens, maior sua eficácia.
E, por fim, mas tão ou mais importante como as outras características, deve-se se propor uma ética particular para cada tipo de campanha que se faça. O celular é a única mídia que o receptor de mensagens assume interagir até "enquanto dorme" ou faz outras coisas em sua vida que não interromperia por nada. Mensagem no celular de prospects e clientes é invasivo. Mensagens no celular precisam de permissão para serem enviadas.
Se, naquele sábado, a operadora de João não o tivesse invadido com aquela mensagem que não passou nem perto de qualquer interesse seu, talvez João não tivesse tido tantas motivações negativas em relação à operadora. Se João não tivesse a perda do número como uma barreira para cancelar sua conta e se o cancelamento de uma conta de celular fosse tarefa fácil, sua operadora teria, sem dúvida um cliente a menos naquele dia. Portanto, pensemos muito antes de realizar qualquer ação de Mobile Marketing, pois nem todas marcas possuem blindagens de clientes como uma operadora.

João Osvaldo Schiavon Matta, professor da ESPM – SP, mestrando em Comunicação e Práticas de Consumo na ESPM, MBA em Gestão de Negócios ITA / ESPM, Pós-graduação em Comunicação Mercadológica na ESPM. 16 anos de experiência em cargos de gestão em empresas como Unilever, Mattel do Brasil e Vivo.

sexta-feira, julho 20, 2007

Comoção (inter)Nacional


Pois é...

Aproveitando o que o Peu colocou aqui sobre o acidente da TAM, resolvi deixar o publicitês de lado e aproveitar para colocar um pensamento meu também.



Estava vendo as imagens que a Globo mostrou dos parentes inconformados, chorando, berrando... enquanto isso eu pensava: quantos deles saíram para pegar o avião e não disseram um "te amo" pros pais/irmãos/filhos? Quantos deles estavam reclamando que as coisas nunca dão certo, que eram "azarados" na vida? E, pralelamente, quantos não fizeram como a menina de 14 anos que, antes de embarcar, ligou pro pa e disse "eu te amo"...
Passamos mutio tempo de nossas vidas reclamando dos infortúnios que passamos, esquecendo de duas coisas básicas:
1. nossas vitórias dependem somente da gente
2. a vida não tem hora certa pra acabar.
O importante é fazermos com que o tempo que estivermos vivendo seja pleno de realizações. Que possamos viver o hoje, o agora, da melhor maneira possível. Esperar que as coisas aconteçam, gastar muito tempo tomando decisões simples enquanto a vida passa é disperdiçar o presente que Deus nos deu: AVIDA!



Enqunato eu refletia sobre isso, via na Globo, SBT, Record e tantas outras emissoras nacionais as imagens repetidas à exaustão... e na Globo aproveitaram para entrevistar os repórteres internacionais. Um (se não me engano, é britânico) disse que via tantas emissoras quantas viu no caso do tsunami.



Então, me pergunto, terá a aviação nacional chegado ao ponto de causar uma catástrofe igual ao que aconteceu na Indonésia com mais de 200 mil mortos?



Se a aviação comercial brasileira já está sendo comparada com tsunamis, será que esse "oba oba" que o acontece vai mesmo virar um "epa epa"? Tentando não ser pessimista, devo dizer que tenho cá minhas dúvidas!



p.s.: anexo uma imagem da home do okt de hj, com um símbolo de solidariedade às famílias.


Bjs

quinta-feira, julho 19, 2007

Coca Zero, grande sacada!

Pois é, a Coca-Cola mais uma vez traz uma idéia ótima que tem tudo pra "pegar" como brincadeira de adolescente.
No título desse post vc encontra o link para ir na página do Blue Bus e ver o vídeo da Coca.

P.s.: Cá estou eu de volte, depois de um período de correria... coisas de publicitário...rs!

quinta-feira, maio 31, 2007

COLUNA PDV

Olá pessoal!

Após falarmos duas semanas sobre os mpdvs, sobre a importância, a funcionalidade e as vantagens que apresenta, vamos falar dos tipos de mpdv que conhecemos. Um dos mais conhecidos é o display, cuja função principal é colocar o produto em evidência.
Um dos primeiros displays que se tem notícia, é um totem do “índio americano” nas lojas de tabaco dos Estados unidos, no início do séc XIX. Daquele tempo pra cá, o uso dos displays foi ficando cada vez mais necessário para chamar a atenção dos consumidores e alavancar as vendas. Mas, apesar da importância já comprovada, até o início da década de 80, material de merchandising era desprezado pelo pessoal do marketing e (acreditem) considerado irrelevante pelas agências de propaganda.
Ainda bem que as agências acordaram para essa ferramenta de comunicação com o consumidor e por isso vamos ver rapidamente alguns dos tipos de display mais utilizados no mercado hj em dia:

Display de chão, de balcão, de prateleira, com cesta, de ponta de gôndola, de check out (aqueles que ficam próximos aos caixas), de linha (que expões toda a linha de produto), tipo caixa de embarque (a própria caixa de transporte vira display, por exemplo, a caixa de barras de cereal) e o display interativo (normalmente com terminais computadorizados).
Você encontrará diversos deles em lojas, supermercados, mercadinhos, casas de doce e afins.

Quanto ao tempo de uso, os displays podem ser:
PERMANENTES: feitos sob medida para complementar espaços nas lojas ou para criar pontos extras, eles geralmente são feitos de material resistente (arame, vidro, acrílico) e costumam ficar longos períodos nas lojas (em média 1 ano);
SEMIPERMANENTES: diferenciam-se dos outros por serem feitos para no máximo um semestre. Podem ser feitos do mesmo material ou de algo mais barato como papelão;
TEMPORÁRIOS: feitos em papelão ou plástico, possuem vida útil curta, normalmente usados para superte em alguma promoção.

Ufa! Obviamente que não existem só displays nos pdvs. A variedade de mpdvs existente hj é muito grande, mas isso já é assunto pra semana que vem. Até lá!

Bjs

Ciça J. Reis
31/05/2007

segunda-feira, maio 28, 2007

Isso é midia?

Um "maluco" promete pensar na marca patrocinadora de hora em hora e pra isso quer cobrar 10 mil dolares. Ele conseguiu alguma repercussao com sua oferta no eBay, mas até esta noite ninguem tinha feito lance no leilao que termina hoje (28/05). O autor da oferta, o americano Floyd, de Nova Iorque, procura patrocinador interessado em anunciar na sua mente. Ele promete pensar na marca patrocinadora de hora em hora, durante uma semana. Por esta "oportunidade de midia"', que ele batizou de ThoughtVertising (publicidade em pensamento) pede U$ 10 mil como lance inicial.
Há 2 anos, Floyd conseguiu patrocinador para outra 'midia' que vendeu atraves do eBay - gritar o nome do anunciante a cada 15 minutos durante 1 semana.

Clique no título deste post para ver a página do eBay

Dica do Yesbutnobutyes.

sexta-feira, maio 25, 2007

Outdoor usa movimento da sombra do sol para alertar sobre o clima

Outdoors que usam a sombra produzida pelo sol como um dos elementos da peça nao sâo novidade - este criado pela DraftFCB para o Canadian World Wildlife Fund recorre ao efeito para falar da elevaçao dos niveis dos oceanos por conta do aquecimento global. A medida em que o sol muda de posiçao, a sombra que refere o nivel do mar vai subindo. Bom para ser visto por quem passa por um mesmo local em diferentes momentos do dia. Um video mostrando a evoluçao da sombra ao longo de 1 dia inteiro está no YouTube, mas pode ser visualizado no site do Blue Bus, clicando no título deste post.

Fonte Blue Bus

quinta-feira, maio 24, 2007

Sadia reposiciona marca

Estréia hoje, em rede nacional, a nova campanha institucional da Sadia. Com criação da agência DPZ, o objetivo é resgatar os valores e os atributos da marca junto ao consumidor. "Após uma pesquisa, percebemos que a Sadia está presente em vários momentos da vida do consumidor e por isso é uma marca importante para ele", comenta o diretor de Marketing da Sadia, Gilberto Sampaio. O mote da campanha é "Para uma vida mais gostosa" e a primeira fase tem como meta construir o conceito e a identificação da marca com o consumidor. Junto com a ação, acontece a modernização do mascote da Sadia, aquele franguinho, ou será um peru?, que está presente em todos os comerciais e anúncios da companhia. "Agora ele passa a ser em 3D ."O filme de estréia, produzido pela O2 Filmes, possui 60 segundos e vai ao ar tanto na TV aberta como na TV por assinatura. "Trata-se de uma campanha que vai até o fim do ano. Está é apenas a primeira fase dela", explica Sampaio. Esta fase inicial vai até julho com um forte investimento em mídia. O filme será editado e serão feitas três versões de 30 segundos para a sustentação na TV. Além disso estão previstos anúncios em revistas e jornais, além de internet, painéis, spots de 30 segundos para rádio e material de ponto-de-venda. A segunda fase contempla os meses de setembro e outubro e a finalização fica para dezembro, quando já entra no ar a campanha de Natal. "Este é o momento mais importante para a companhia na área de comunicação este ano", afirma o diretor. Além disso, a empresa é uma das patrocinadoras do Pan-Americano, que será realizado no Rio de Janeiro. "A verba destinada para o Pan é de R$ 60 milhões, e cerca de 70% a 80% desse total está destinada para a nova campanha, que ainda possui vinhetas de cinco e 10 segundos na Rede Globo.

Fonte: Gazeta Mercantil

COLUNA PDV

Olá leitores!

Continuando nosso papo, gostaria de destacar 3 pontos essenciais para a confecção de mpdv: criatividade, originalidade e funcionalidade.

O mpdv deve ser criativo e bem dimensionado para o local onde será aplicado. Conceber algo inédito, apropriado e com mensagem curta e fácil, de impacto visual é fundamental para que a mensagem seja bem memorizada e, conseqüentemente, atraia a atenção do consumidor e desperte o desejo de compra. A funcionalidade fica por conta de um material pratico de instalar e montar, o que garante também a aceitação por parte do lojista em aplicar o mpdv.

Você pode se perguntar qual o motivo de eu ter escolhido um tema como este para uma coluna semanal. Pois bem, pensemos nas tendências no mercado de varejo. Os produtos estão cada vez mais parecidos. Já reparou como todos os alvejantes deixam mais branco, todas as operadoras de telefonia têm a tarifa mais barata, todas as cervejas são a primeira na preferência dos consumidores? Não existem mais grandes diferenças tecnológicas entre produtos similares. Todos da mesma linha fazem basicamente as mesmas coisas, com as mesmas qualidades e defeitos dos seus concorrentes próximos. As diferenças entre as marcas são tão pequenas que muitas vezes nem são notadas pelos consumidores, que no final das contas escolhe pelo preço.

É aí que entram as vantagens dos mpdvs. Custo baixo, timing e flexibilidade. Custo baixo pq materiais feitos para muitas lojas e que podem ser usados por um longo período custam em média trinta vezes menos do que uma inserção de 30’’ em rede nacional. Timing pq os mpdvs “falam” com o consumidor num momento crucial: a hora da compra. E a flexibilidade é percebida em mpdvs que pode ser elaborados rapidamente, de acordo com a necessidade do mercado local, rede ou comércio específico, focando promoções ou mesmo desova de estoque.

É isso. Os mpdvs estão com toda a força neste momento. Muitos empresários e lojistas estão percebendo o impacto que este material causa na decisão de compra. Da próxima vez que for comprar algo no supermercado, um tênis ou um eletroeletrônico, preste atenção nestes pequenos notáveis!

Abs e até semana que vem!

Ciça J. Reis
24/05/2007

Fonte de pesquisa:
Material de PDV - Prof. Wanderlei Paré - www.dalete.com.br